Diego Figueiredo retorna ao Sarah trazendo novos amigos e muita música

Diego Figueiredo se apresentando no Teatro SARAH.
Diego Figueiredo se apresentando no Teatro SARAH.

Na tarde de 2 de junho de 2026, o palco do teatro SARAH recebeu o músico e violonista Diego Figueiredo. Veterano em apresentações na Rede Sarah, Diego dividiu o espetáculo com seus amigos: o trompetista Chico Oliveira, o percussionista Marcilio Garcetti e a cantora Luciana Pires, proporcionando um show que envolveu a plateia do início ao fim.

O quarteto fez a plateia aplaudir de pé e cantar junto grandes sucessos do repertório nacional e internacional, como Aquarela do Brasil (Ary Barroso), Malagueña (Ernesto Lecuona), Quizás, Quizás, Quizás (Andrea Bocelli) e Só danço Samba (Tom Jobim). No palco, a conexão entre os artistas ficou evidente. Diego chegou a comentar que, embora tenham um repertório definido, raramente o seguem ou ensaiam, demonstrando que a forte química musical do grupo é o que faz o show fluir de forma tão natural. Durante a apresentação, o compositor compartilhou suas histórias de vida e apresentou técnicas como o tremolo e o arpejo no violão, que, combinados, criam a ilusão sonora de dois instrumentos tocando simultaneamente.

Ao refletir sobre a sensação de retornar ao Sarah trazendo “caras novas”, o músico destacou o valor das parcerias no projeto: “Porque todos os amigos que vem aqui por essa causa, eu considero amigos da música. Eu falo assim, é um projeto maravilhoso. É um projeto que nós vamos nos sentir muito felizes em realizar, porque a gente vai estar lá tocando para pessoas que estão passando momentos de reabilitação. E o show é para essas pessoas.”

Diego também ressaltou o poder transformador da arte: “Talvez a contribuição que, através da música, eu posso dar é trazer esse momento de acalanto, esse momento em que a música transforma a dor em alegria. Eu poder vir e causar essa sensação nos pacientes, isso é um motivo de muita alegria para mim também,  me sinto agradecido e incluído nesse processo de reabilitação.”

A experiência de se apresentar no hospital pela primeira vez foi compartilhada por Marcilio Garcetti e Luciana Pires. O percussionista destacou o respeito institucional com a arte: “Eu fiquei muito feliz de ver, a primeira vez que eu vi, a música num ambiente de hospital ser tão valorizado como um meio de cura. Eu achei isso muito fantástico. A gente leva alegria tocando, acho que é função do músico.” A cantora completou: “Então, poder ter essa conexão, atravessar e poder chegar nas pessoas e eles sentirem essa mágica também, dessa cura, acho muito especial. Acho que é isso que acaba transformando o nosso dia e o deles.”

O trompetista Chico Oliveira, conhecido nacionalmente por ter integrado o Sexteto do Jô Soares na TV Globo por 18 anos, já esteve no Sarah em outra oportunidade com Diego e declarou: “Para mim, esse evento de hoje é o melhor de todos que eu já passei na minha vida. Nós estamos falando de gente que está se curando. Eu saio curado daqui também, pela receptividade, pelo carinho, pela valorização.”

Para fechar a tarde com chave de ouro e simbolizar o carinho de toda a comunidade do hospital, os pacientes João Pedro de Oliveira Silva e Ana Beatriz Nascimento da Silva subiram ao palco ao final da apresentação para entregar flores aos músicos, encerrando o evento sob uma calorosa salva de palmas.